Mais de 1,6 milhão de criança estão em trabalho infantil No Piauí, 57 crianças e adolescentes foram afastados de situações de trabalho infantil em 2025. O dado foi divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O estado registrou o terceiro menor número de afastamentos no Nordeste, ficando atrás apenas do Rio Grande do Norte, com 42 casos, e da Paraíba, com 43 crianças afastadas. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp O MTE destacou o fortalecimento do Grupo Especial Móvel de Combate ao Trabalho Infantil (GMTI), que conta com uma equipe fixa de fiscalização e atua em todos os estados do país. O Ministério informou ainda que o grupo garante o afastamento imediato das vítimas e o encaminhamento delas à rede de proteção social, assegurando acesso a direitos fundamentais e a serviços públicos. Em 2019, o projeto Crianças Livres do Trabalho Infantil apontou que 51.803 piauienses estavam em situação de trabalho infantil. Entre as vítimas de 5 a 17 anos, 25,1% exerciam alguma das piores formas de trabalho infantil. Do total, 33.277 eram meninos e 18.526, meninas. Em relação à idade, 5,2% do total de crianças e adolescentes trabalhadores tinham entre 5 e 9 anos de idade, 22,7% tinham entre 10 e 13 anos, 31,8% entre 14 e 15 anos e 40,3% entre 16 e 17 anos de idade. Quanto à faixa etária, 5,2% das crianças e adolescentes tinham entre 5 e 9 anos; 22,7% estavam entre 10 e 13 anos; 31,8% tinham de 14 a 15 anos; e 40,3% tinham entre 16 e 17 anos. Saiba como denunciar Para denunciar casos de trabalho infantil, é possível acionar o Disque 100 ou acessar o Sistema Ipê, específico para denúncias de trabalho infantil. Também é possível acionar o Ministério Público do Trabalho e o Conselho Tutelar da região onde a criança ou adolescente se encontra. Foto de arquivo mostra criança trabalhando em armazém de beneficiamento de mandioca; uso de faca classifica atividade como uma das piores formas de trabalho infantil Sérgio Carvalho/Auditor-Fiscal do Trabalho *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Mais de 50 crianças foram afastadas de trabalho infantil em 2025 no Piauí; saiba como denunciar
Escrito em 09/02/2026
Mais de 1,6 milhão de criança estão em trabalho infantil No Piauí, 57 crianças e adolescentes foram afastados de situações de trabalho infantil em 2025. O dado foi divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O estado registrou o terceiro menor número de afastamentos no Nordeste, ficando atrás apenas do Rio Grande do Norte, com 42 casos, e da Paraíba, com 43 crianças afastadas. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp O MTE destacou o fortalecimento do Grupo Especial Móvel de Combate ao Trabalho Infantil (GMTI), que conta com uma equipe fixa de fiscalização e atua em todos os estados do país. O Ministério informou ainda que o grupo garante o afastamento imediato das vítimas e o encaminhamento delas à rede de proteção social, assegurando acesso a direitos fundamentais e a serviços públicos. Em 2019, o projeto Crianças Livres do Trabalho Infantil apontou que 51.803 piauienses estavam em situação de trabalho infantil. Entre as vítimas de 5 a 17 anos, 25,1% exerciam alguma das piores formas de trabalho infantil. Do total, 33.277 eram meninos e 18.526, meninas. Em relação à idade, 5,2% do total de crianças e adolescentes trabalhadores tinham entre 5 e 9 anos de idade, 22,7% tinham entre 10 e 13 anos, 31,8% entre 14 e 15 anos e 40,3% entre 16 e 17 anos de idade. Quanto à faixa etária, 5,2% das crianças e adolescentes tinham entre 5 e 9 anos; 22,7% estavam entre 10 e 13 anos; 31,8% tinham de 14 a 15 anos; e 40,3% tinham entre 16 e 17 anos. Saiba como denunciar Para denunciar casos de trabalho infantil, é possível acionar o Disque 100 ou acessar o Sistema Ipê, específico para denúncias de trabalho infantil. Também é possível acionar o Ministério Público do Trabalho e o Conselho Tutelar da região onde a criança ou adolescente se encontra. Foto de arquivo mostra criança trabalhando em armazém de beneficiamento de mandioca; uso de faca classifica atividade como uma das piores formas de trabalho infantil Sérgio Carvalho/Auditor-Fiscal do Trabalho *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube